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Mostrando postagens de Junho, 2007

Chaplin, o filme

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O filme Chaplin (1992), dirigido por Richard Attenborough é considerado pela crítica como uma das melhores biografias já produzidas. A obra relata a vida de Charlies Chaplin, um dos maiores gênios do cinema, desde a sua infância até o recebimento do Oscar Especial, em 1972, bem como das inúmeras ligações amorosas e os problemas de ordem política, que o levaram a ser expulso dos Estados Unidos. Chaplin ganha vida com a atuação de Robert Downey Jr, indicado ao Oscar de melhor ator, pelo papel. A semelhança física de Downey Jr com Charlie Chaplin é, de fato, surpreendente. A produção teve a direção de Richard Attenborough (Gandhi, 1982), cuidadoso com os detalhes dos cenários e fatos que marcaram a vida de Charles Chaplin. Como toda obra cinematográfica, o filme deixa de fora algumas informações, que evidentemente tornaria o filme mais longo.






Veja abaixo o trailler.




Ficha Técnica
Título Original: Chaplin Gênero: Drama Tempo de Duração: 144 minutos Ano de Lançamento (EUA): 1992 Estúdio: Tri…

WBrasil lança campanha publicitária com referência a Charlie Chaplin

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Carlos Moreno, o garoto-propaganda de Bom Bril, um dos personagens mais marcantes da história da publicidade brasileira, interpreta Charlie Chaplin e junta-se ao cantor Nelson Ned e ao atleta do século, Pelé, para divulgar o conceito da campanha “Tudo passa. Bom Bril fica. Ninguém passa sem Bom Bril”. (...)
No primeiro filme da série "Chaplin", Carlos Moreno despede-se de uma imitação de Chaplin durante o comercial para alertar ao consumidor de que as imitações duram pouco e somente os gênios permanecem. No segundo filme, o mesmo tema é abordado com a linguagem do cinema mudo: imagens em preto-e-branco e texto em formato de letreiros. No terceiro, com a consolidação da mensagem, uma ousadia: Carlos Moreno reproduz a antológica cena do filme “Em Busca do Ouro” (a dança dos pãezinhos), de 1925, usando duas esponjas de aço espetadas em garfos e, durante 30 segundos, imita um sapateado e não diz uma única palavra.
A campanha teve sua primeira exibição no dia 29 de abril de 2007…

O Caminho da Vida: qual a origem desse "poema"?

Apresentado como um poema, "O Caminho da Vida" nada mais é do que um trecho do último discurso, presente no filme "O Grande Ditador". Eis a parte:
O caminho da vida pode ser o da liberdade
e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens...
levantou no mundo as muralhas do ódios...
e tem-nos feito marchar a passo de ganso
para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz abundância,
tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos;
nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas,
precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência,
precisamos de afeição e doçura.
Sem essas virtudes,
a vida será de violência e tudo será perdido. Para ver o texto completo, clique aqui.
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Charles Chaplin esteve presente em várias capas de revistas de todo o mundo. Na foto abaixo, ele é a matéria principal da revista britânica Show, de junho de 1972:

UPDATE 06/03/2011
Traduzimos, com exclusividade, a matéria realizada com Chaplin para a Revista Show:
1ª Parte
2ª Parte
3ª Parte

"Quando me amei de verdade" não foi escrito por Charles Chaplin

Durante muito tempo, o texto "Quando me amei de verdade" foi erroneamente atribuído à autoria de Charles Chaplin, sendo a verdadeira autora Kim McMillen, como nos informou um de nossos leitores.
Por haver Chaplin escrito diversos textos reflexivos, corroborando a fama deste como um grande pensador do século XX, muitos deles são costumeiramente atribuídos a Charles Chaplin. Até mesmo eu cometi tal erro, logo quando iniciamos esse projeto, sendo corrigido pelos próprios leitores. Quero agradecer por isso, pois somente assim me tornei mais criterioso, antes de publicar qualquer tipo de texto por aqui.
Buscando deixar clara a NÃO autoria do texto "Quando me amei de verdade" dada a Chaplin, resolvemos deixar esse mesmo post ainda publicado, modificando apenas o título e adicionando este texto informativo que você acaba de ler.

Eis o texto de Kim McMillen:

QUANDO ME AMEI DE VERDADE
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, …

Algumas curiosidades sobre Charles Chaplin

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Chaplin destruiu os negativos de "The Sea Gull" (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance. Participou certa vez de um concurso de imitadores de Charles Chaplin e ficou em 3º lugar. Tinha 54 anos quando se casou com Oona Chaplin, que na época tinha 18 anos. Oona teve 8 filhos com Chaplin. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava enterrado, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

Chaplin e o Oscar Especial de 1972

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Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra.

"Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou o ator e diretor. Chaplin, um dos que mais lutou contra a chegada do som ao cinema, voltava ao Estados Unidos depois de 20 anos. Ele havia sido expulso do país por causa de sua suposta simpatia pelos ideais comunistas. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade".
Confira o vídeo e tente segurar a emoção:

Charles Chaplin na Revista Time

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Chaplin foi o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925:



Posteriormente, esteve novamente na capa, em 1931:

Fonte: http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-5711/biografia/

O Último Discurso

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O filme "O Grande Ditador", de 1940, é considerado uma das obras-primas de Charles Chaplin. Na película, ele encarna dois personagens, o barbeiro judeu e o ditador Adenoid Hynkel, uma alusão clara ao ditador germânico Adolf Hitler. Algum tempo após o lançamento, foram comprovadas as crueldades contra os judeus, homossexuais e estrangeiros, realizadas por Hitler nos campos de concentração, deixando o mundo perplexo. Logicamente já se tinha conhecimento dos campos, mas a monstruosidade imposta aos judeus só fora divulgada para o mundo após o fim da II Guerra. Alguns pesquisadores afirmam que Chaplin teria dito que não faria o filme se caso soubesse da realidade dos campos.
Sem dúvidas, a parte mais emocionante do filme é aquela em que o barbeiro, que estava sendo confundido com o ditador, subindo no palanque onde Hynkel se pronunciava aos alemães, discursa para o mundo. Nesse momento, nitidamente a figura do barbeiro se transforma no próprio Chaplin, que passa a discursar da fo…